Diariamente

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Orkut ou Facebook ou Twitter?

Por Pedro Doria

O Facebook é jovem. Embora gente de todas as idades e de todos os cantos do mundo tenha contas no sistema, quem o usa com mais frequência, todo dia, toda hora, são jovens entre 18 e 29 anos. Ele serve para manter contato com os amigos - é pelo Facebook que rolam os convites para festas e, no dia seguinte, é pra lá que todos correm e veem as fotos de como foi a balada um perfil após o outro.
o Twitter, que permite o envio de mensagens curtas, não mais que 140 toques, é frequentado mais pela primeira geração de usuários da internet comercial, aqueles que hoje têm entre 30 e 39 anos. Ele pode ser usado para chat ou para acompanhar amigos, mas este não é o uso mais popular. Seus usuários acessam-no para seguir gente que acham interessante e saber o que estão lendo. Incrivelmente, apesar das mensagensmiúdas, o Twitter é a rede social mais profunda da internet.
Os dois são redes sociais que ocupam mais ou menos o mesmo nicho que o orkut. QUem ouve contare, no vale do Silício, a história do Orkut, escuta uma versão bem diferente daquela que se conta no Brasil. O vale ocupa uma área de mais ou menos 5 mil quilômetros quadrados ao sul de São Francisco, Califórnia. Quase toda novidade da internet surge lá. O vale tem seus heróis, que caminham pelas ruas badaladas de cidadezinhas como Palo Alto e Mountain View como se fossem estrelas de cinema: são reconhecidos, são parados para perguntas e fotos. E não há nomes mais quentes, hoje, do que Ev Williams, criador do Twitter, e Mark Zuckerberg, fundador do Facebook.
O Orkut, dizem, tinha tudo para o sucesso mundial. Poucas semanas após ir ao ar, em 2004, reunia a listo do quem-é-você no vale. Era bacana estar no Orkut. Mas aí veio a invasão brasileira. Repentinamente, só se falava português por toda parte e os americanos foram saindo. O Google, dono do orkut, abandonou a rede, deixando-a largada aos spams. O Orkut até que andou melhorando e variando. Já foi todo brasileiro, mas está sendo abandonado. Quem mais utiliza o sistema hoje, quem diria, são os indianos.

(publicado na GLOSS do mês de Julho)

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Pois é... eu que sempre tive preguiça do Orkut, me achei no twitter! Claro que anda meio sem graça pq não tenho novidades, mas sempre posso saber o que está rolando com os amigos e outras pessoas (tipo Luciano Huck e Angélica, Preta Gil, Fernanda Paes Leme, etc).

Se tem os seus 'defeitos'? Tem sim... Entrar lá e descobrir que tem um bocado de gente estranha te 'seguindo' é ruim... mas tem a vantagem q vc pode mandar a pessoa pro espaço rapidinho! (agora msm acabei de ver 5 intrusos estranhos lá! Tô bloqueando! Credo...)
E ele é tão fácil, que parece complicado no início. Mas depois que acostuma fica tranquilo (né, Pretti?! rs)

Ainda não uso o tal Facebook, mas fiquei curiosa... quem sabe?

O orkut continua lá, mas quem quiser me mandar um recado urgente, não o faça lá! Faça pelo twitter ou pelo meu email mesmo, pois vejo toda hora do dia... rs

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Agora, quero MUITO agradecer aos comentários do post abaixo!
Obrigada por se importarem, obrigada por opinarem.
Provavelmente vou procurar ajuda profissional pois não estou preparada para lidar com isso, msm contando completamente com o apoio da minha família.
E vamos que vamos... vou aproveitando pequenas oportunidades para explicar coisas que tenham a ver com a história da Sofia para ela. Até mesmo histórias que sejam de famílias 'diferentes'. E a maioria dos desenhos da 'minha época' e que ela adora são assim: Dumbo (que só tem a mãe), Cinderela (que tem a madrasta), A Bela Adormecida (que foi cuidada pelas fadas), Bernardo e Bianca (NOVO! que fala de adoção)... e tem um livrinho novo, que a Sheila me emprestou.

O livro se chama "O menino que não nasceu da barriga da mãe" e a autora é a Carmem Lucia Eiterer. Fala sobre adoção, mas a primeira parte dele é bem importante para nós, mães solteiras, que não sabemos como COMEÇAR o assunto qndo a criança pergunta. É assim:
"Era uma vez um menino que não nasceu da barriga da mãe dele. Sei que todos vão querer saber como isso é possível. De onde e como o menino - que sou eu - havia nascido.
Eu não tinha pai, porque a mamãe não era casada.
Quer dizer: não é bem não ter, é não conhecer. Por que ter um pai todo mundo teve um dia, não é? Senão de onde a gente ia surgir?
Existe gente que também não conhece ou não convive com o seu pai; ou porque ele morreu ou foi embora antes de a criancinha nascer ou se separou da mãe e mora muito longe. [...]"
Fica-Dica! rs

PS: dicas para filmes infantis aqui!

Beijo grande e até a próxima!

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